A redação do Cerqueiras Notícias foi procurada pela jovem Sabrina da Silva Aguiar, moradora do Bairro Cidade Alta, a outra pessoa que se envolveu em uma confusão dentro de um ônibus do Programa Tarifa Zero, em Leopoldina.
A Sabrina é estudante e utiliza o ônibus à noite para voltar da aula, ela estuda no Ginásio (E.E. Professor Botelho Reis) e trabalha com Decoração. É uma pessoa de bem e vai falar um pouco sobre o desentendimento ocorrido dentro do ônibus.
Cerqueiras Notícias: O que aconteceu dentro do ônibus naquele dia?
Sabrina: "Então, é o seguinte, quando começa a subir no Jardim Bela Vista, de acordo com que o ônibus começa a subir a rampa, a campainha estava tocando sozinha, então a mulher achou que eu estava acionando o sinal, disse para eu parar usando palavrões e eu respondi que não tinha como, e começou uma discussão".
"Isso foi no Jardim Bela Vista, chegando no Cidade Alta, o motorista não quis parar para ninguém descer, parou no último ponto e várias pessoas desceram, ela tirou a bolsa e o fone que ela estava no ouvido e veio em minha direção, quando eu percebi, eu levantei e fiquei em pé, ela já veio puxando meu cabelo, eu agarrei no pescoço dela e dei dois socos no rosto, que sangrou, ela começou a me xingar e eu retruquei."
Cerqueiras Notícias: A Sabrina alega que o ônibus nem sempre está cheio, não é tão lotado assim, e que tem um defeito qualquer na campainha do ônibus, que está tocando a campainha sem ninguém apertar, e que ela jamais fez isso, que ela não faz isso dentro do ônibus, que ela não foi a culpada pela campainha estar tocando sem parar, que é um engano que ela não fez isso.
Cerqueiras Notícias: O ônibus então, com esse defeito na campainha, segundo a Sabrina, ele fica tocando sem parar, a pessoa foi para cima dela porque achou que fosse ela que estava fazendo isso, mas não foi ela era um defeito do veículo.
Na quinta-feira (14 de março), ele ainda estava com o mesmo defeito, apitando do mesmo jeito e o motorista já está ciente do problema da campainha. O ônibus estava vazio, conforme o vídeo feito pela Sabrina (veja abaixo).
Esperamos que a empresa responsável pela manutenção dos ônibus resolva esse defeito, que acabou causando uma confusão entre duas pessoas. E que as autoridades competentes possam fiscalizar as condições dos veículos para evitar que esse tipo de problema aconteça novamente.
Veja os vídeos enviados pela Sabrina:
Campainha acionando sozinha. Vídeo: Sabrina
Ônibus com lugares vazios. Vídeo: Sabrina
Entenda o Caso
Tarifa Zero: Moradora do Nova Leopoldina explica Confusão no Ônibus

Foto: Reprodução Redes Sociais
Fato aconteceu na segunda feira (11 de março) na linha para a Cidade Alta. Ela reclama da redução de horários e sugere Blitz Educativas .
A redação do Cerqueiras Notícias foi procurada pela Sra. Kellen Aparecida, moradora do Bairro Nova Leopoldina, que se envolveu em uma confusão dentro de um ônibus do Programa Tarifa Zero, em Leopoldina.
Na segunda-feira (11 de março), no último horário do ônibus para o bairro, alguns jovens estavam fazendo uma algazarra muito grande, atrapalhando o motorista a conduzir o veículo, quando ela se levantou para reclamar uma garota reagiu e elas acabaram se desentendendo e chegando as vias de fato.
O tumulto foi gravado por populares e compartilhado nas redes sociais (veja o vídeo no final da matéria).
Os moradores do bairro pedem às autoridades municipais e à Polícia Militar, para que façam algumas ações preventivas dentro dos ônibus para fazer com que as pessoas respeitem o motorista e se comportem adequadamente.
Segundo a moradora, os jovens estavam toda hora puxando o sinal do ônibus para o motorista parar. Atrasando o trajeto e estressando todos que estavam dentro do veículos já cansados após um dia inteiro de trabalho e com muita vontade de chegar em casa.

Foto: Cerqueiras Notícias
Segue a entrevista
Cerqueiras Notícias: O que você espera que possa resolver essa situação?
Sra. Kellen: "Eu espero que as autoridades possam resolver esse problema, ou colocar uma van para essas crianças, não são nem crianças mais, porque para mim não é criança, pelo que a menina falou comigo, pelo que a menina fez, pelo que ele estava fazendo dentro do ônibus, apertando a campainha o tempo todo, o motorista parando. Eu acho que eles deveriam colocar uma câmera no ônibus, colocar uma van só para os alunos, porque eles, à noite, lá na rodoviária, eles pegavam uma van, eles não deixam o idoso sentar, eles não deixam a mulher com criança de colo sentar, ou então colocar um policial dentro do ônibus, porque a gente vem do serviço cansada, a gente não é obrigado a ouvir a algazarra de adolescentes, que já são jovens, que se estão estudando de noite, já são jovens, não é mais criança, então complica a situação."
"Quem vai ajudar o motorista? Os jovens ficavam apertando a campainha o tempo todo, o motorista tem que parar, no dia que eu estava no ônibus, eles apertaram a campainha o tempo todo, o motorista teve que parar mais de 20 vezes à toa, ninguém desceu. Em vez de chegar em casa no horário normal por volta das 10:15h, eu fui chegar em casa que era praticamente 11:00h da noite. Entendeu? Então isso é uma coisa que atrapalha as pessoas. As pessoas estão cansadas, quer dizer, trabalham às vezes em dois empregos durante o dia. E quer chegar em casa, você fica doido pra chegar em casa, tomar um banho e dormir para ir trabalhar no outro dia, não tem como. Fica todo mundo estressado."
Cerqueiras Notícias: Segundo a usuária Kellen Aparecida, moradora aqui do Bairro Noval Leopoldina, a diminuição de ônibus, a redução de horários de ônibus em função da tarifa zero, está acarretando esse problema. É um dos maiores motivos, porque antigamente tinha mais horários, os ônibus andavam mais vazios e esse tipo de problema não acontecia. Agora, com essa demanda maior, aí começa a entrar muita gente no ônibus e começam essas brincadeiras. A redução, nesse ponto, atrapalhou muito e está atrapalhando, segundo a opinião dela, os trabalhadores, aqueles que realmente têm necessidade, que todos têm, mas tem gente que tem mais do que a outra e isso não pode continuar, porque ela vem sofrendo e várias vezes, como ela mesmo disse, os meninos não dão licença para o idoso sentar, nem para a mãe com a criança de colo, nem para mulheres grávidas, pra ninguém. Eles fazem o que eles querem dentro do ônibus quando sobe para os bairros.
Cerqueiras Notícias: Fale um pouco sobre a questão dos horários de ônibus.
Sra. Kellen: "Atualmente, o horário do ônibus passar na minha porta, seria hora cheia e quinze minutos, hoje passou 10:32h, ou seja, passou 17 minutos atrasado, quer dizer, hoje já não está no horário correto, não está no horário certo devido de passar. Isso é devido também ao trânsito lá embaixo, acaba que ele não consegue subir, tem carro na frente dele parado, esse horário ele não tem como ser cem por cento, porque também é muita gente, é muita parada assim, são vários pontos, pessoas demoram a descer no ponto, demoram a subir também, entendeu? E o trânsito pode atrapalhar também, que às vezes assim, para carro na frente, carro atravessa na frente, na hora que o ônibus está vindo, motorista tem que parar de repente, tem que frear, eu ontem mesmo visualizei uma situação que eu fiquei em choque. Um senhor e duas moças, o ônibus estava indo, estava em cima da faixa de pedestre para poder seguir, eles atravessaram na frente do ônibus em andamento, o motorista teve que frear em cima deles se atropelasse eles, como é que ia acontecer?"
Cerqueiras Notícias: Em resumo, a Sra. Kellen teve que tomar a atitude que tomou, porque ela não aguentou mais ver essa bagunça dentro do ônibus praticada por adolescentes. Não são nem crianças, segundo ela, são adolescentes que não respeitam, que não acatam, e que aí ela estava muito cansada e acabou zangando com a menina e a menina foi pra cima dela.
Essa situação tem acontecido com outras pessoas e elas não reagem, elas ficam quietas, elas não tem coragem de reagir, de chamar atenção, isso está criando um pânico, tem pessoas que estão se sentindo mal, que não podem reagir porque não tem essa atitude que a Kellen teve e acabam pensando até em desistir de andar no ônibus em certas horários.
Os moradores pedem para que as autoridades competentes possa investigar essa situação e procurar soluções para o problema. Instalar câmeras de segurança nos veículos, realizar ações educativas na rodoviária e dentro dos ônibus, fazer uma parceria com a Polícia Militar, para eventuais ações preventivas.
A Redação do Cerqueiras Notícias tentou entrar em contato com as outras partes envolvidas, mas não obteve resposta até o fechamento da matéria.
O espaço está aberto para que todas as partes possam apresentar a sua versão dos fatos.
Veja o vídeo:
Vídeo: Reprodução Redes Sociais
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