Polícia Civil apreendeu carros, dinheiro e celulares em endereços de Juiz de Fora, Leopoldina e Belmiro Braga. Organização criminosa movimentou R$ 45 milhões em menos de cinco anos. (Veja o vídeo no final da matéria).
------
A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou, na terça-feira (16 de junho), a segunda fase da operação Estorno, destinada a desarticular uma organização criminosa especializada em fraudes bancárias, clonagem de cartões, invasão de contas digitais e utilização fraudulenta de linhas telefônicas.
------
A ação resultou na prisão em flagrante de cinco investigados, com idades entre 22 e 28 anos, além do cumprimento de mandados de busca e apreensão nos municípios de Juiz de Fora, Leopoldina e Belmiro Braga, na Zona da Mata. As cinco prisões ocorreram em Juiz de Fora, nos bairros Santa Luzia, Santos Dumont, Monte Castelo, Caiçaras e Marilândia.
------
Em Belmiro Braga, um dos investigados, alvo de mandado de busca e apreensão, fugiu ao perceber a chegada das equipes policiais, rompeu a tornozeleira eletrônica que utilizava por envolvimento em outros crimes e, até o momento, é considerado foragido. O suspeito já havia sido preso durante a primeira fase da operação.
Em Leopoldina, os policiais civis cumpriram mandados de busca e apreensão para arrecadação de objetos de interesse da investigação.
Foto: PCMG / Divulgação
------
Apreensões
Foram apreendidos celulares, grande quantidade de chips telefônicos, cartões bancários, dinheiro em espécie, documentos e diversos materiais relacionados a compras realizadas por meio das fraudes investigadas. As medidas judiciais dessa etapa foram direcionadas aos investigados apontados como responsáveis pela liderança e coordenação da organização criminosa.
------
O material arrecadado será submetido à análise pericial e investigativa para aprofundamento das apurações e identificação de outros possíveis envolvidos.
Foto: PCMG / Divulgação
------
As medidas judiciais dessa etapa foram direcionadas aos investigados apontados como responsáveis pela liderança e coordenação da organização criminosa. O material arrecadado será submetido à análise pericial e investigativa para aprofundamento das apurações e identificação de outros possíveis envolvidos.
------
"Nesta fase, conseguimos atingir integrantes com papel estratégico dentro da organização criminosa, ampliando significativamente o conjunto probatório. O material apreendido será fundamental para identificarmos novos envolvidos e compreendermos toda a estrutura utilizada pelo grupo para praticar fraudes em diversos estados do país", destacou o delegado responsável pelas investigações, Márcio Rocha.
------
Primeira fase da operação
A primeira fase da operação Estorno foi deflagrada em novembro de 2025, em ação integrada entre a Polícia Civil de Minas Gerais, a Polícia Civil do Paraná e a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro.
------
Na ocasião, foram cumpridos dez mandados de busca e apreensão e efetuadas cinco prisões, sendo duas por mandado judicial e três em flagrante, em Juiz de Fora, Bicas e na capital fluminense.
------
Na primeira etapa, também foram apreendidos computadores, notebooks, celulares, equipamentos eletrônicos, cartões utilizados nas fraudes, roupas, perfumes, artigos de luxo adquiridos com recursos ilícitos, além de uma pistola e centenas de munições.
Foto: PCMG / Divulgação
------
Investigação
As investigações tiveram início após denúncia registrada no Paraná, cujos desdobramentos apontaram que parte da estrutura criminosa atuava a partir de Juiz de Fora.
------
Os levantamentos identificaram um esquema voltado à captura ilegal de dados bancários, clonagem de cartões de crédito e sequestro virtual de linhas telefônicas, permitindo que as vítimas permanecessem incomunicáveis enquanto os investigados realizavam compras de alto valor em estabelecimentos físicos e virtuais.
As investigações continuam.
------
Veja os vídeos:
Vídeo: PCMG / Divulgação
------
Vídeo: Reprodução Redes Sociais
Informações: Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG)
📝 Síntese: Operação Estorno II cumpre mandados em Leopoldina e prende cinco investigados
🚨 Desarticulação de Quadrilha: A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou na terça-feira (16 de junho) a segunda fase da operação Estorno. A ação visa desarticular uma organização criminosa focada em fraudes bancárias, clonagem de cartões, invasão de contas digitais e sequestro virtual de linhas telefônicas.
🔒 Prisões em Flagrante: A ofensiva resultou na prisão de cinco investigados, com idades entre 22 e 28 anos, localizados em diferentes bairros do município de Juiz de Fora. Os alvos detidos nesta etapa são apontados pelas investigações como líderes e coordenadores do esquema ilícito.
📍 Buscas na Região: Os policiais civis cumpriram mandados de busca e apreensão nas cidades de Juiz de Fora, Leopoldina e Belmiro Braga, todas localizadas na Zona da Mata mineira. Em Leopoldina, a equipe arrecadou objetos de interesse para o andamento do inquérito.
🏃 Suspeito Foragido: No município de Belmiro Braga, um dos investigados percebeu a aproximação dos policiais e fugiu. O homem, que já havia sido detido na primeira fase da operação, rompeu a tornozeleira eletrônica que utilizava e encontra-se foragido.
📦 Materiais Apreendidos: Durante as buscas, foram recolhidos telefones celulares, cartões bancários, uma grande quantidade de chips de telefonia, dinheiro em espécie, documentos e mercadorias adquiridas por meio dos golpes. O material passará por perícia técnica para identificar novos envolvidos.
🌐 Histórico e Atuação: O esquema criminoso consistia na captura ilegal de dados para realizar compras de alto valor em comércios físicos e virtuais, mantendo as vítimas incomunicáveis. As investigações começaram no Paraná e revelaram ramificações em Minas Gerais e no Rio de Janeiro.
------
Digite no Google: Cerqueiras Notícias
Entre em nosso Grupo do Whatsapp e receba as notícias em primeira mão
(clique no link abaixo para entrar no grupo):
https://chat.whatsapp.com/Ejw50ZcjC5D1ewT1WdWw1E
Siga nossas redes sociais.
🟪 Instagram: instagram.com/cerqueirasnoticias
🟦 Facebook: facebook.com/cerqueirasnoticias
----------------------
----------
O espaço para comentários é destinado ao debate saudável de ideias.
Não serão aceitas postagens com expressões inapropriadas ou agressões pessoais.
Os comentários não representam a opinião do jornal; a responsabilidade pelo seu conteúdo é exclusiva dos autores das mensagens. A Cerqueiras Notícias reserva-se o direito de excluir postagens que contenham insultos e ameaças a seus jornalistas, bem como xingamentos, injúrias e agressões a terceiros. Mensagens de conteúdo homofóbico, racista, xenofóbico e que propaguem discursos de ódio e/ou informações falsas também não serão toleradas. A infração reiterada da política de comunicação da Cerqueiras levará à exclusão permanente do responsável pelos comentários.





























